sábado, 31 de dezembro de 2011

Último dia de 2011

          Mais um ano que se finda.

          Alguns aqui chegaram outros não. Uns estão felizes e outros não. Mas, seja como chegamos aqui, estamos melhores do que quando iniciamos o ano. Podemos estar sem dinheiro, talvez com pouca saúde, ou alegres e felizes, de qualquer modo a vida nos ensinou a vencermos batalhas, a criarmos estratégias diante das dificuldades encontradas, a refletirmos sobre o que passamos e, se com experiências semelhantes nos encontrarmos, serão menos dificultosos esses embates.

          Na Bíblia há um trecho:

          "Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." 
                                                                                              Romanos 5:2-5


           No entanto, se em momentos difíceis nos encontramos, saibamos que existe um Deus que nos ampara.

           "Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;

Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. "
                                                                                                 1 Pedro 5:6-7

           Meu anseio para 2012 é que consigamos, todos, atingir os objetivos propostos, desde que para o bem. Que nossas vidas possam mostrar coisas boas àqueles que necessitam, que nossas ações possam refletir integridade com a verdade, a bondade e a ética.
           Que Deus abençoe a vida de todos nós.

           UM ÓTIMO 2012 PARA NÓS.




quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

ELES INVADEM!!!!!

          É boquiaberta que vejo ser construído uma loja MC Donald´s em Embu das Artes. Não é que eu não aprecie seus lanches. Mas ao passar em frente a construção tenho um sentimento de traição.
          Embu das Artes é conhecida nacionalmente e até por um grande números de visitantes internacionais como cidade das artes, pela sua feira de artes, que já completou seu 40 anos de existência, pela conservação do centro histórico com mais de 300 anos, pela característica de cidade turística. 




          E de repente, após de anos de tentativa e muita resistência, a empresa MC Donald´s consegue se instalar, não respeitando nem sequer a arquitetura, motivo de orgulho de cada embuense, e sim seguindo seu padrão de construção.
          Registro aqui minha indignação.
Foto tirada por Camila Duarte em 28/12/11

            É cruel!!!!!!!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MÍDIA, ESCOLA E LEITURA CRÍTICA DO MUNDO

Apesar do acesso de nossos estudantes às mídias, às informações, estes não têm conseguido abstrair os reais significados delas.  Sua compreensão é superficial.
Especialistas apontam fragilidade no sistema educacional. Os livros didáticos trazem recortes,  nada que exija uma leitura mais profunda e um pensamento mais abstrato.
A minoria da população tem acesso á livros. Vivemos uma problemática: os que lêem não compreendem,  não estabelecem uma relação com a realidade a sua volta. Não se transformam no indivíduo crítico, transformador  de sua realidade.
Onde a escola entra nesse contexto?
Inúmeros periódicos têm surgido a fim de abocanhar essa fatia do mercado midiático. Atualmente, existem inúmeras revistas voltadas à área pedagógica: ensinam a planejar aula, confeccionar os bonequinhos de natal, a conduzir reuniões de HTPC´s, gerenciar uma escola, etc, etc, etc, mas será que há uma verdadeira preocupação com o produto final: a formação integral do estudante?
Sem falar nos projetos que vem surgindo, através de inúmeras entidades a fim de inserir na sala de aula seus periódicos.
No entanto,  as pesquisas mostram que o maior interesse é formar novos leitores – de mundo ou de suas revista? Mas o verdadeiro incentivo à leitura é baixíssimo.
Tem os bons projetos, mas é preciso uma capacitação dos educadores para que ocorra uma verdadeira aprendizagem e que estes se apropriem da real função dos jornais. Precisam fazer a leitura e a leitura que está por trás da primeira leitura: ideologia, opinião, visão política, religiosa, social, moral da mídia lida.
Paulo Freire e Freinet já defendiam, em 1060, a elaboração do jornal escola como instrumento que motivaria a escrita “contribuindo para o desenvolvimento social e cultural do educando” (Elias,  1997, p. 101), pois os estudantes seriam os protagonistas de seu processo de aprendizagem.
Os livros didáticos trazem textos fragmentados, descontextualizados, o que não propõe ao estudante uma visão global da situação.
Temos ainda o fato da mídia atual não dar conta de processar toda informação que surge e acaba por empobrecer seus textos a fim de tentar fazê-lo.
O trabalho da escola é buscar trabalhar a temática envolvendo toda a comunidade escolar e não escolar.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

STOP MOTION - Movimento Parado

    Olá turma,
    Como sempre, olha o horário que estou postando atividades.....
    Estava no curso hoje e ouvindo falar em "Stop Movie" e fiquei pensando: Não li essa parte do texto e não faço a mínima ideia do que é. Quando a tutora, queridíssima Gisele, mostrou um trabalho de uma colega eu vi que já havia trabalhado isso com minha filha e não sabia o nome. 
     Esse pequeno vídeo abaixo foi criado a partir de, mais ou menos, 250 fotos tiradas enquanto eu desenhava.
  Depois essas fotos são "jogadas" num programa chamado ProShow e podemos fazer algumas criações,como colocar uma música entre outras.. Tem também outro programa chamado Movie Maker do Windows.
    Espero que apreciem. Também postei um vídeo que minha filha fez como trabalho de Física em outubro - na época não tínhamos conseguido a "chave de Acesso".
video
                     Esse é o meu.

video
     Camila 2º ano Ens. Médio (filha)

      O meu programa do ProShow, que foi o que eu utilizei para produzir esse filmete, pode ser baixado da internet, mas se você não tiver um "chave de acesso" que só é adquirida quando se compra o produto, o filme fica com uma faixa amarela bem no meio. 
       Entrei no google e lancei a questão "chave de acesso para o Pro Show e há muita gente legal na internet que comprou o programa e disponibilizou a chave. É só você lançar que libera o seu filme da "faixa amarela".
        Na internet tem tudo, menos Jesus.
        Boa madrugada para vocês!!!!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PLANEJAMENTO DE UM PROJETO DE TRABALHO

TEMA DO PROJETO: JORNALISMO

OBJETIVO: Compreender as diferentes formas de apresentação de jornal

CONTEÚDOS ABORDADOS:
                        Verbos
                        Artigos
                        Plural
                        Produção Textual
                        Gráficos
                        Clima
                       

TURMA:         5º ano

DURAÇÃO:    1 mês

DESENVOLVIMENTO
·        levantamento dos conhecimentos prévios sobre o tema
·        pesquisa dos significados das palavras:
JORNAL, JORNALISMO, SENSACIONALISTA
·        apresentação de um jornal televisivo
·        apresentação de um jornal radialista
·        apresentação de um jornal escrito
- destaque para as divisões de cadernos
·        discussão sobre a finalidade do jornal
·        levantamento das diferenças entres as diferentes formas de apresentação jornalística e qual mais agradou
·        produção de um jornal em grupo nos moldes do que mais agradou (radio televisão, escrito

RECURSOS:
·        dicionários
·        computador
·        acesso a internet
·        televisão
·        vídeo
·        radio
·        jornais
·        papel
·        impressora

AVALIAÇÃO: durante o desenvolvimento do projeto, na execução das atividades propostas, nas pesquisas apresentadas e no produto final.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Espaço Aberto

Busco iniciar as aulas com uma leitura seguida de uma roda de conversa onde possamos relacionar o que foi lido com algo que eles vivenciam. Mas há dias que minha intenção é substituída por assuntos que os estudantes trazem, de acontecimentos que vivenciaram então o espaço é deles.
Procuro fazer uso de temas do interesse dos estudantes para inserir os conteúdos que precisam se apropriar tornado-os, dessa maneira, significativos.
Em momentos de decidir como será o encerramento de alguma atividade, discutimos juntos. É aberto espaço para sugestões e decisões, que por vezes, são deles. Assim, eles se tornam protagonistas no processo de aprendizagem.
Diante de conflitos que surgem, paramos e discutimos qual melhor maneira de resolver a situação. No início, isso gera neles uma confusão, pois estão acostumados a terem seus conflitos resolvidos pelos adultos.
Podemos fazer uso da tecnologia de inúmeras maneiras: um filme que traga uma reflexão a ser debatida com a turma; um blog onde eles são os autores das postagens; uma peça para o dia das mães onde eles escolham qual será; a música em homenagem aos pais escolhida por eles (os estudantes menores podem não conhecer repertório, nesse caso, trago três ou quatro sugestões e abrimos para votação) etc.

REFLEXÕES ACERCA DO CONCEITO DE CURRÍCULO

O currículo da visa nortear a prática pedagógica da escola. Este não é acabado, está em constante modificações/adequações.
Ele não se limita apenas conteúdos ou matérias, mas a organização e  o plano de desenvolvimento dos alunos
O currículo deve ser construído pelo grupo escolar (pais, alunos professores e funcionários), deve estar a serviço do professor, que por sua vez, deve estar atendo para não ser “engessado” por ele, pois como já foi mencionado, ele é flexível, devendo ser adequado as necessidades dos alunos, da realidade onde se insere.
Em sua elaboração há que se pensar por quê, por quem, para que é feito, ou seja,  que o aluno adquira os conhecimentos necessários à sua vivencia futura como também se aproprie de mudança de comportamento através  de aquisição de valores que se transformarão em atitudes e habilidades de pensamento.
O “para quem” é fundamental, pois, por exemplo, o currículo de uma cidade urbana não será totalmente adequado a uma cidade rural.
Com a tecnologia chegando as “massas” (computadores, celulares, ipods, ipads etc), caberá a escola se apropriar dessa ferramenta tanto como recurso como conteúdo, ou seja, o professor fará dela um recurso em sua metodologia e ora será o conteúdo a ser trabalhado.
Para tanto, na elaboração do currículo, a tecnologia precisa estar na discussão de como poderá ser utilizada de modo a favorecer o desenvolvimento acadêmico, social e individual do aluno crítico e reflexivo.
Sendo assim, o grupo escolar necessitará de se apropriar da tecnologia, ora recurso ora conteúdo,  e compreender que é um riquíssimo instrumento para favorecer o aluno, tornando-a inserida no currículo.
Como o papel principal para mediar esse recurso/conhecimento é do professor e a maioria deles não tem intimidade com a tecnologia, há que se ter um olhar diferenciado para que a devida formação a alcance.